Depende da pergunta.
Se falarmos apenas do investimento inicial, a resposta é simples.
A aerotermia costuma exigir uma instalação menos complexa e, por isso, o custo inicial é geralmente mais reduzido.
A geotermia, pelo contrário, requer perfurações ou coletores enterrados, o que aumenta o investimento necessário para colocar o sistema em funcionamento.
Mas comparar apenas o preço de instalação pode ser um erro.
O verdadeiro custo de um sistema energético mede-se ao longo de muitos anos.
É aí que entram fatores como o consumo elétrico, a eficiência sazonal, a manutenção e a durabilidade dos equipamentos.
Uma solução aparentemente mais económica pode acabar por custar mais se consumir mais energia ou não estiver corretamente dimensionada para a habitação.
Da mesma forma, um investimento inicial superior pode compensar quando proporciona consumos mais baixos durante décadas.
No entanto, nenhuma destas vantagens existe se o edifício continuar a perder energia através de uma envolvente mal isolada.
Por isso, antes de comparar orçamentos, faz sentido analisar o desempenho global da habitação.
Em muitos casos, combinar uma solução de climatização eficiente com um bom isolamento térmico, uma ventilação adequada e um estudo energético permite obter resultados muito superiores aos alcançados apenas com a substituição do equipamento.
O sistema mais barato não é o que custa menos a instalar. É o que custa menos a utilizar durante toda a vida útil da habitação.